O mercado de trabalho está se tornando cada vez mais competitivo. Não basta mais ter uma faculdade, é preciso também uma pós graduação, um mestrado e quem sabe até doutorado para conseguir a "tão sonhada" vaga.
Mas ainda assim o que mais se valoriza é começar a pensar no futuro desde cedo. Desde o ensino fundamental até o ensino médio.
Fizemos uma entrevista com a professora Simone Roani, do curso de Gestão Empresarial da empresa Advance Treinamentos, de Timbó - Santa Catarina.
Vejam:
Nossas escolhas são baseadas no que gostamos. Para nós, mais importante do que o dinheiro, é fazer o que gosta. Só assim para conseguir se manter na profissão por vários anos, mas não tenha medo de fazer diferente. Conheça as outras áreas para ter certeza do que realmente é isso que você quer.
Os pais tem um papel fundamental na escolha dos cursos e da profissão. Eles, mais do que tudo, devem apoiar e ajudar no que é preciso.
Além dos pais, a escola tem um papel (quase) obrigatório de encaminhar seus alunos para um futuro profissional. É ela que vai "educar" para a vida.
Segundo o Flávio Augusto (Canal Geração de Valor), que tem vários vídeos educativos na internet, "todas as pessoas podem ter sucesso profissional ou construir um empreendimento vitorioso. A oportunidade só vem se você tomar iniciativa. Não há garantias, mas se você não fizer nada, aí sim que você não vai sair do seu cantinho."
O mercado de trabalho sempre está em evolução. O que pode ser no Brasil, pode não ser em Paris ou em Washington.
Por estudo, curiosidade e meio de conhecimento, resolvemos explorar os diversos cantos do mundo em busca de realidades diferentes de mercado de trabalho.
Entrevistamos uma moradora natural dos Estados Unidos que nos disse que seu "mercado de trabalho local não está em seu melhor momento, mas a dedicação e a força de vontade é o que ajudam muito."
Nossa colunista "FLEX" morou por cerca de 2 anos nos Estados Unidos e diz: "Lá não existe esse negócio de você trabalhar de dia e estudar em uma universidade a noite. Normalmente, o estudo é o dia todo. Além disso, você precisa ter bastante dinheiro para ser o que quer."
Uma moradora do Cazaquistão nos disse: "temos uma escola muito profissional e faculdades ótimas. Nestas escolas e faculdades estão sendo introduzidos livros nacionais sobre assuntos especiais. O conteúdo dos atuais programas educacionais no ensino superior não atende aos requisitos dos empregadores, expressando as mudanças no mercado de trabalho, nem as exigências dos estudantes que procuram dominar as habilidades necessárias, com base em uma ampla base de conhecimentos teóricos.
A parceria social é pouco desenvolvida. Há uma relação fraca com a ciência de produção. Não existem mecanismos para facilitar o emprego dos diplomados, para atrair os empregadores para o processo de criação de padrões para o ensino superior, formação e certificação de pessoal.
A análise de conteúdo de programas educativos nas escolas mostra uma falta de padrões de avaliação e competências básicas profissionais, o domínio de conhecimentos teóricos e da utilização de dados desatualizados, falta de flexibilidade e continuidade."
Já na Colômbia, "as pessoas são menos dedicadas em correr atrás do que querem. Às vezes é muito mais importante ter contato com pessoas importantes do que conhecimento para se dar bem na vida. Mas dependendo da escola, há muito incentivo profissional e encaminhamento para o mercado de trabalho. A taxa de desemprego é bem mais alta."
Em Shenzhen, China "Existem muitas oportunidades de trabalho, mas vem de você a vontade de obter. Muitas pessoas precisam de emprego, então as pessoas que não estudam acabam ficando no trabalho braçal. Estudar em uma boa universidade é a melhor maneira de encontrar emprego em meu país. Se você não estudar, talvez não consiga um emprego em um bom escritório."
Fontes: Canal Geração de Valor
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